CINEMA/ESTREIAS

Três produções do Brasil, duas dos EUA



morte

"O nome da morte", filme do Brasil elogiado pela crítica

Em se tratando do circuito comercial do cinema, quando entre as cinco estreias três são produções nacionais (as outras duas são dos EUA), há que se comemorar. O cinema nacional vem crescendo em termos de quantidade de produções e, naturalmente, a qualidade também melhora. Dar visibilidade às realizações do Brasil é justo, embora, ninguém seja obrigado a concordar com isso. Mas, o tyrannus concorda.

Como sempre, trazemos as informações genéricas dos filmes que estreiam na semana, e também trechos de críticas - e cotações - reproduzidas de sites escolhidos aleatoriamente. Isso quer dizer que os cinéfilos mais exigentes, é claro, não vão se satisfazer apenas com o que trazemos aqui. 

"O nome da morte" (Brasil) é um drama para maiores de 16 anos, com direção de Henrique Goldman. No elenco, entre outros, André Luiz, Augusto Madeira, Demy Britto, Fabiula Nascimento, Gillray Coutinho e Marcos Pigosi.

Na trama, Júlio, um jovem que vive com a família no interior do Brasil, por lealdade ao tio Cícero, mata pela primeira vez. Descobre então uma perturbadora vocação que irá se transformar em ofício. Homem carinhoso, Júlio se casa com Maria, e segue  atormentado a cada disparo, enquanto vive um mergulho num país sem lei. Baseado em fatos reais. 

"O Nome da Morte impressiona por sua história real e riqueza fotográfica somando aos ótimos filmes brasileiros já lançados". Trecho da avaliação do site Cinéfilos Anônimos, que cotou a produção com quatro estrelas (entre cinco).

mamma

"Mamma Mia: lá vamos nós de novo!" : sequência fraca

"Mamma Mia: lá vamos nós de novo!" (EUA) é do gênero musical. Para maiores de 10 anos, tem direção de Old Parker  e é uma sequência de filme homônimo, lançado há cerca de dez anos.

Na história, Sophie descobre que está grávida e busca inspiração de maternidade com o passado da mãe. Durante os anos 70, a jovem Donna se aventou com o grupo musical "Donna & The Dynamo" e teve um relacionamento intenso com três homens: Harry, Sam e Bill.

Mesmo com um elenco forte, onde, entre outros, estão Lily James, Amanda Seyfried, Meryl Streep , Amelia O'Loughlin, Andy Garcia, Cher, Christine Baranski, Colin Firth, Dale Branston,  Gino Picciano, Hugh Skinner, Pierce Brosnan e Cher; o filme não chegou a emplacar como era de se esperar. 

Rodrigo Scharlack, no site Observatório do Cinema, ressaltou que "mesmo com todo o elenco original, o novo musical não tem a força do primeiro, mas pode funcionar para aqueles que são muito fãs do primeiro filme ou da peça teatral". O musical foi cotado com duas, entre cinco estrelas.

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"Vidas á deriva" não é tão bom... e também não é ruim

Para maiores de 12 anos, o filme de ação "Vidas à deriva" (EUA) tem a direção de Baltasar Kormákur, trazendo no elenco nomes como Elizabeth Hawthorne, Kael Damlamian, Luna Campbell, Sam Claflin, Shailene Woodley, Tami Ashcraft, Zac Beresford, entre outros.

Narra a história de Tami Oldham e Richard Sharp que velejam pelo Taiti, até que são atingidos por uma terrível tempestade. Depois da tormenta, ela percebe que está sozinha na embarcação em ruínas e procura uma maneira de salvar sua vida e a do parceiro.

"Vidas à Deriva está longe de ser o melhor filme do ano ou até mesmo um dos destaques, mas está igualmente longe de ser ruim. Caso você se emocione fácil, recomendo levar uma caixa de lenços, pois eles certamente serão necessários". Um trecho do que escreveu, no site Poltronanerd, Paula Ramos. A cotação foi de três, entre cinco estrelas.

ana

"Ana e Vitória", uma comédia brasileira mediana

"Ana e Vitória" (Brasil) é uma comédia para maiores de 12 anos. Dirige Matheus Souza, contando com um elenco que reúine, entre outros, Ana Caetano, Bárbara Dias, Bruce Gomlevsky, Caique Nogueira, Clarissa Müller, Erika Mader, Gabriel Gonti, Gabriela Nunes, Guto Oliveira, Hamilton Dias, Jade Baraldo, 

A história traz Ana e Vitória, que se reencontram em uma festa. Quando ouve Vitória cantando, Ana diz para as duas gravarem uma música juntos. É aí que inicia a dupla de sucesso.

O filme foi cotado com 2,5 estrelas (entre 5), no site Cinematecando. Na avaliação de Diego Olivares, "assim como nas músicas cantadas por estas meninas, chamego e afeto são capazes de resolver qualquer contratempo. A mensagem, ingênua, é capaz de distrair e arrancar suspiros. Mas não se sustenta no mundo real."

embaixador

"Querido embaixador", filme que deixa a desejar

O drama biográfico "Querido Embaixador" (Brasil) é livre para todas as idades. Tem direção de Luiz Fernando Goulart à frente de um elenco onde estão, dentre outros, Alice Assef, Norival Rizzo, Miriam Mehler, Felipe Rocha, Isio Ghelman. 

Traz o personagem real Luiz Martins de Souza Dantas, que era o embaixador do Brasil na Itália até 1922, quando é transferido para Paris. Cercado de belas moças, o homem vive num cotidiano de luxo em reuniões que incluíam pessoas da política e da cultura do país. Nesse contexto, começa a Segunda Guerra Mundial e o embaixador passa a viver numa realidade intensa com tomada de decisões que realmente podem colocar a vida de brasileiros em risco.

"Para um filme que fala das barbáries do Terceiro Reich, valendo-se de um contraponto tão significativo, falta essência e uma direção comprometida com o humano em discussão". Parte do registro feito pelo crítico Marcelo Müller, no site Papo de Cinema, que deu uma estrela ao filme, entre cinco.

 


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