CINECLUBISMO

Pra repensar o 13 de maio



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"Oya - Rise of The Orisha" (Nigéria), uma aventura mística, uma deusa guerreira e temível

Quinta-feira (16), a partir das 19h, tem sessão Afrocine Coletivo Quariterê no Centro Cultural da UFMT. Seis filmes serão exibidos gratuitamente, para maiores de 12 anos. Uma jornada audiovisual que totaliza cerca de 80 minutos.

A sessão é uma parceria entre o Cineclube Coxiponés e o Coletivo Audiovisual Negro Quariterê. A curadoria é de Anna Maria Moura, que selecionou produções nacionais, de diferentes estados, e também inseriu um filme nigeriano. Pra repensar o 13 de maio, quiçá e saravá! 

Após a sessão tem bate papo, com mediação do Quariterê e surge o verdadeiro boato de que tem ainda uma tal "Pipoca do Joabe". 

Os filmes 

"Coração do Mar" (Rafael Nascimento, SP, 2018, 20’)
Pelo seu filme, o diretor não apenas nos apresenta, mas também nos coloca muito próximos do adorável Cadu. Um menino de dez anos de idade, negro, que vive com a mãe e o irmão mais velho num subúrbio pobre de São Bernardo do Campo (SP).

"Esconde-Esconde" (Don Felipe e Luciana Bollina, RJ, 2016, 6’)
 No Brasil 56 mil pessoas são assassinadas por ano. 30 mil são jovens. Destes, 77% são negros. Baseando- se nessa estatística, este filme propõe uma reflexão sobre o extermínio do jovem negro.

"Pé de moleque" (Henri Schonfelder, PR, 2017, 11’)
O luto de uma das várias mães que tiveram seus filhos mortos pela polícia militar em 2006 nas periferias do Brasil, período em que resultou o movimento das Mães de Maio.

"Deus" (Vinicius Silva, SP, 2012, 25’)
Acompanhando a rotina de Roseli, o filme expõe o dia a dia de mulheres negras da periferia da cidade de São Paulo que batalham para garantir seu sustento e, especialmente o de seus filhos

"Oya – Rise of The Orisha" (Nosa Igbinedion, Nigéria, 2014, 13’)
"Oya: rise of the Orisha” é uma aventura mística e conta a história de uma jovem mulher, Adesuwa, que se transforma em uma deusa guerreira e temível, Oyá, o Orixá da mudança. Adesuwa tem a missão para manter a porta fechada entre o Orixá e a humanidade.

"Òpárá de Òsùn: quando tudo nasce" (Pâmela Peregrino, BA, 2018, 4’)
Esta é a história da orixá das águas doces, que no candomblé é Òsùn - a deusa da fertilidade que faz tudo crescer na força do Axé. (*com assessoria)

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"Coração do mar" é Cadu. Um menino de dez anos de idade, negro

 


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