DANÇA CONTEMPORÂNEA

Em cena, questões da essência humana



bruno martins

atelie

Em cena, dois personagens mergulham em dilemas que envolvem fragilidades e forças diante das suas próprias construções

Nesta sexta e sábado (7 e 8/6), o Sesc Arsenal recebe o espetáculo de dança contemporânea "Natureza Morta", do grupo Ateliê do Gesto (GO). As apresentações acontecem às 20h nos dois dias, com classificação indicativa para 12 anos.

Os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência na central de relacionamento da unidade. Porém o grupo, que realiza um trabalho voltado para doação de livros, pede para que o público leve pelo menos um exemplar. Os livros arrecadados serão doados para a rede de bibliotecas, Saber com Sabor, localizada na capital. 

Em cena, dois personagens mergulham em dilemas que envolvem fragilidades e forças diante das suas próprias construções. Inspirada na singularidade do artista Farnese de Andrade, o grupo de dança contemporânea, Ateliê do Gesto, apresenta para o público uma história sobre as questões da essência humana. 

A acessibilidade é outra característica do espetáculo. Por isso, a população com deficiência visual poderá usufruir do recurso de audiodescrição. Promovendo acesso ao conteúdo para uma diversidade maior de pessoas. 

O grupo já levou as questões levantadas com a apresentação para estados como Goiás e Minhas Gerais, agora, em Cuiabá continua o trabalho de semear as produções brasileiras em diferentes espaços.  

Farnase de Andrade – “Arquiteto Dor” 

Farnese de Andrade foi pintor, lustrador, escultor, desenhista e gravador.  Natural do Rio de Janeiro dedicou sua vida a manifestações artísticas com influencias barrocas.  Conhecido como o “Arquiteto da Dor”, construiu narrativas sobre sensualidade, religiosidade, erotismo, além de outros olhares sobre questões existencialistas.  

O artista era considerado alienado politicamente e subjetivo demais, o que o fez ser isolado pela geração dos anos 1960. Contudo, suas obras remetem a produção dos anos 1980 e 1990, principalmente pelo peso da individualidade e auto-expressividade que transmitem. 

Ateliê do Gesto – Diálogos e contemporaneidade? 

O Ateliê do Gesto nasceu da busca por novas percepções e diálogos com outras?linguagens artísticas no corpo em movimento. Através de identificações estéticas e o?desejo de trabalharem num projeto autoral, João Paulo Gross e Daniel Calvet se?juntaram para pesquisar o corpo, tendo como ponto de partida o movimento e sua?construção dramatúrgica na cena. (*com assessoria)

 


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