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Filmes do Brasil, da Alemanha e EUA



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"Hebe - a estrela do Brasil", o bom cinema brasileiro

Sem querer ser nacionalista e já o sendo, comecemos pelas produções nacionais. "Hebe - a estrela do Brasil" mereceu a média de quatro estrelas, entre cinco, da crítica especializada. Com direção de Maurício Farias, o drama biográfico tem classificação indicativa para maiores de 14 anos.

Estão no elenco, dentre outros, nomes respeitáveis e reconhecidos como Marco Ricca, Danton Mello e Otávio Augusto, além da incrível Andréa Beltrão, aquele tipo de atriz que jamais compromete.

Hebe Camargo foi uma mulher que conquistou o status de uma das mais icônicas apresentadoras da televisão brasileira. Ao longo da trajetória, enfrentou distintas mudanças. Chama a atenção, no entretanto, que, durante os anos 1980, quando a ditadura foi cedendo à democracia, Hebe, então sexagenária, decidiu controlar a própria carreira e, independentemente das críticas machistas, do marido ciumento e dos chefes poderosos, se revelou para o público como uma mulher extraordinária, capaz de superar qualquer crise pessoal ou profissional. 

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"Ambiente familiar", drama nacional mais ou menos

O outro filme brasileiro é o drama "Ambiente familiar", dirigido por Torquato Joel, para maiores de 10 anos. Temos, a exemplo do filme que abre este texto, a participação de uma talentosa atriz, Marcelia Cartaxo, qu encabeça o elenco, onde também estão Zezita Matos e  Beto Quirino, entre outros. 2,2 estrelas foi a cotação média da produção.

Na trama, Alex, Fagner e Diógenes são três amigos que formam um laço familiar independente de ligação sanguínea. Se mudando juntos para uma casa, o trio de rapazes se apoia emocionalmente, na tentativa de, através de sua união, superar traumas vividos no passado e seguir em frente na vida adulta.

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"Ad astra - rumo às estrelas", com Brad Pitt e qualidade

Filmes estadunidenses

"Ad astra - rumo às estrelas", com Brad Pitt, tem a direção de James Gray e combina drama com ficção científica. Mas o elenco traz outros noems expressivos como Tommy Lee Jones, Ruth Negga, Liv Tyler, Donald Sutherland e mais. 

Para maiores de 14 anos, o filme merece a média de quatro estrelas, ou seja: ótimo.

Na trama, um engenheiro espacial decide empreender a maior jornada de sua vida: viajar para o espaço, cruzar a galáxia e tentar descobrir o que aconteceu com seu pai, um astronauta que se perdeu há vinte anos no caminho para Netuno.

predadores

"Predadores assassinos" (EUA), um terror acima da média

"Predadores assassinos", filme de terror, é para maiores de 16 anos. A sua cotação média é de três estrelas. A direção é de Alexandre Aja, à frente de elenco onde despontam, entre outros, Kaya Scodelario, Barry Pepper, Ross Anderson.

Na história, quando um terrível furacão assola a Flórida, os habitantes saem do local, mas a uma jovem se recusa a sair de casa enquanto não conseguir resgatar o pai, gravemente ferido. Surgem, então, inimigos inesperados na pele de gigantescos crocodilos.

Filme alemão

Com boa cotação da crítica (média de 2,9 estrelas) é "O menino que fazia rir", para maiores de 12 anos. Uma comédia dramática e biográfica estrelada por, entre outros, Julius Weckauf, Luise Heyer, Joachim Król. A direção é de Caroline Link, robusta cineasta alemã, que já venceu um Oscar de filme estrangeiro.

Narra a trajetória de um dos humoristas de maior relevância na Alemanha, Hans-Peter Kerkeling consagrou-se no mundo artístico também como ator, apresentador e roteirista. O que muitos de seus fãs sequer imaginam é que a sua infância foi uma verdadeira história de tragédia — que ele transformou em humor. (*com informações de vários sites)

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"O menino que fazia rir", bom filme alemão biográfico

 


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