SESC ARSENAL

Sessões sempre às 19h30



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O drama "A cidade onde envelheço", produção nacional, dirigida por Marília Rocha

Mais dois longas e três curtas ganham exibição no Sesc Arsenal, explorando a temática feminina. Sessões gratuitas, sempre a partir das 19h30 são oferecidas, protagonizando o Mês da Mulher do CineSesc. Os filmes serão exibidos a partir deste dia oito, até o dia 18.

Nesta quinta (8) tem exibição "A cidade onde envelheço" (Marília Rocha, Brasil, Drama, 2016, 99min.), para maiores de 16 anos. Volta a ser exibido no dia 17.

Traz a história de uma jovem portuguesa que vive no Brasil recebe em sua casa uma amiga com quem já não tinha contato. Surge uma profunda ligação entre elas: enquanto uma lida com a saudade irremediável de casa, a outra vive uma aventura em um novo país. 

Nos dias 10 e 18 entra em cartaz "Antes de mães, elas são mulheres" (Anna Lorenza, Brasil, Documentário, 2017, 86min.), com classificação indicativa livre.

A produção apresenta entrevistas com dez mulheres brasileiras, que contam sobre suas experiências e percepções pessoais sobre ser mulher e mãe. O documentário tem o objetivo de despertar reflexão e discussão sobre o que a TV não diz a respeito da maternidade, como o medo, a culpa, o puerpério e a ausência dos pais na paternidade. Busca repensar as possibilidades de mudanças na vida da mulher que passa por essa transformação.

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"Antes de mães, elas são mulheres" , documentário brasileiro com direção de Anna Lorenza

CURTAS

No dia 16, com classificação para maiores de 16 anos, três curtas são exibidos.

"Vou contar para meus filhos" (Tuca Siqueira, Brasil, Documentário, 2011, 24min.) é o primeiro. Se passa entre os anos de 1969 e 1979. 24 mulheres estiveram presas na Colônia Penal Feminina do Bom Pastor, em Recife (PE), porque lutavam por igualdade social e pela democracia em uma época em que o Brasil enfrentava uma ditadura militar.

Na sequência rola "Quem cala não consente" (Cintia Kavaguti, Aline Fornel, Brasil, Documentário, 2016, 15min.). A produção mostra casos sobre a violência sexual contra a mulher no ambiente universitário.

A programação é fechada com "Autópsia" (Mariana Barreiros, Experimental, 8 min. RJ, 2016). O filme é uma inspeção de como a cultura e a mídia são responsáveis pela objeticação e desumanização da mulher e, portanto, da violência contra ela.  (*com assessoria)

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O curta "Vou contar para meus filhos", de Tuca Siqueira

 


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