LIVRO

É a terceira publicação do autor



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Caio Augusto Ribeiro tem 22 anos e já vem dando um trabalho lascado para a tchurma do jornalismo cultural aqui deste pedaço cerrado. Que bom. E na próxima terça (21), a partir das 19h, lança o seu terceiro livro na Academia Mato-grossense de Letras.

"Manifesto da Manifesta" (Carlini & Caniato) é publicado através de incentivo de edital municipal de cultura. O livro foi construído a partir de uma pesquisa que o autor fez com aqueles cartazes, chamados de lambe-lambe, que têm conteúdo artístico e/ou crítico, e que são  colados em espaços públicos. 

"É uma forma de intervenção criativa na cidade, com o poder de despertar as pessoas para reflexões que em geral não estão presentes no nosso dia a dia", diz Caio. E acrescenta que num dos estágios da pesquisa ele se juntou com a amiga Marília Beatriz Figueiredo Leite para fazer uma série de lambes que foram colados pela cidade. 

"A partir destes processos, fui desenvolvendo a relação que queria que o livro tivesse com as coisas, com a época, com o leitor, com o espaço – especialmente o público", prossegue o multiartista. Depois dessas ações ele começou a montar "Manifesto da Manifesta" e a escrever as poesias, todas sempre atentas com tudo que estava acontecendo lá fora e aqui dentro. 

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Caio, além de poeta, tem experiências com teatro e audiovisual

É um livro bem diferente das suas publicações anteriores, já que neste ele debruçou-se na questão conceitual, estudando a construção de um manifesto enquanto passeava pelos principais manifestos do nosso tempo. "Também dei continuidade em meus estudos de poema-processo e poesia-visual, especialmente influenciado por Wlademir Dias Pino e Silva Freire, com um pinguinho de Yoko Ono. É como eu digo, é um livro livre e que foi feito com muito cuidado. A capa de Luiz Marchetti, por exemplo, foi feita a partir do conceito do livro", esclarece Caio.

Agradecimentos

O poeta, nesta empreitada literária, agradece a Ramon Carlini e Elaine Caniato, da editora,  por toparem o desafio. Sebastião Gomes de Carvalho (presidente da Academia Mato-Grossense de Letras); Sonia Botelho e Daniella Paula Oliveira, da Assembleia Legislativa de MT também foram parceiras da iniciativa citadas pelo poeta. Os agradecimentos se estendem, ainda, à Angela Coradini pela leitura na contracapa; a Wuldson Marcelo, pela orelha; a Luiz Marchetti, pela foto de capa; e à Elizabeth Othon pelas outras fotos. "Também agradeço a todos que contribuíram e apoiaram de alguma forma esta loucura que é ser escritor", diz ele.

O autor

Caio Augusto Ribeiro é, sobretudo, um cara muito gente boa. Pessoa "do bem", companhia agradável. Apesar da jovialidade cronológica, já demonstra uma relativa maturidade, o que confere qualidade às suas habilidades criativas. 

É  autor dos livros "Porão da Alma" (clube de autores, 2015), "Colecionador de Tempestades" (Carlini & Caniato, 2017) e Manifesto da Manifesta (Carlini & Caniato, 2018). Dirigiu o vídeo-arte "Réquiem Para Flores" (2017). Trabalha com teatro desde 2009 e atualmente flerta com a performance. Fundador do coletivo Teatro Laboratório Experimental, grupo de pesquisas em processos criativos para teatro (mas não só isso).  Adora um lambe-lambe. É acadêmico de Ciências Sociais pela UFMT. (*com assessoria)

 


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