NA UFMT

Quatro curtas mato-grossenses



racista

“Como Ser Racista em 10 passos” confronta dez formas de racismo estrutural veladas

A  17ª edição da Mostra de Audiovisual Universitário América (Maual), que aconteceu há pouco mais de um mês, na UFMT, exibiu 61 curtas de todas as regiões brasileiras, além de duas produções de outros países. Quinze filmes realizados em MT foram selecionados para o evento e, entre eles, quatro foram premiados.

Na próxima terça-feira (04), numa sessão que comemora os 48 anos da UFMT, as produções regionais que se destacaram ganham nova sessão, às 19h30, no auditório do Centro Cultural. Entrada franca.

Serão exibidos o melhor documentário da modalidade independente “Slam: rua e resistência (2017)”, de Ana Carolina de Melo e João Pedro Regis; o melhor filme mato-grossense “A gente nasce só de mãe (2017)”, de Caru Roelis; melhor curta da categoria independente “Palavras (2018)”, de João Manteufel; e “Como ser racista em dez passos (2018)”, de Isabela Ferreira, premiado entre os mais votados pelo Júri Popular.

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"A Gente Nasce Só de Mãe": exibido em Los Angeles e premiado em Salvador

Os audiovisuais são representantes da nova safra da produção mato-grossense.

Os curtas

“Como Ser Racista em 10 passos” confronta dez formas de racismo estrutural velados. Foi realizado por uma equipe de estudantes negros. Baseado em fatos reais, retrata o cotidiano de pessoas negras comumente afetadas pelo racismo enraizado, por atitudes que vão além do verbalmente dito.

“A Gente Nasce Só de Mãe” foi exibido no Los Angeles Cine Fest. Traz como personagem central Emilly, uma adolescente que luta para viver sozinha com seus dois irmãos e filho recém-nascido na periferia de Várzea Grande. O filme conferiu à cuiabana Edilaine Duarte o segundo lugar no prêmio de Melhor Atriz na mostra “Lugar de mulher é no cinema”, de Salvador (BA).

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"Slam: Rua e Resistência" viaja pelo movimento das batalhas de poesia, uma poderosa ferramenta

Em “Slam: Rua e Resistência”, a poesia e a arte norteiam a narrativa e o depoimento das personagens, explorando o processo de ocupação cultural e urbana. O documentário viaja pelo movimento das “batalhas de poesia”, uma necessária e poderosa ferramenta de retomada dos espaços públicos.

“A Palavra” é a versão curta-metragem do longa “O poder da palavra”, também dirigido e roteirizado pelo diretor João Manteufel. Na produção está o lugar da fala de poetas, escritores, jornalistas, músicos e outros profissionais militantes da cultura mato-grossense que movem as emoções humanas pelas palavras. (*com assessoria)

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O lugar da fala de poetas, escritores, jornalistas, músicos e outros profissionais militantes da cultura mato-grossense

 


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