LANÇAMENTO

Revista virtual chamada Pixé



dalagnoll

 

Milho torradinho socado, canela, açucarada... A receita de pixé, guloseima cuiabana de idos tempos, vai por aí. Assim como a música de Moisés Martins e Pescuma que bomba. E agora pixé virou revista. Virtual e de literatura, mas com chances de sair também impressa. Tomara.

A versão virtual acabou de cair na rede, capitaneada pelo inquieto Eduardo Mahon, escritor com aúfa de publicações já lançadas, mas também um baita articulador das letras brasileiras produzidas em Mato Grosso. 

Pode ser visitada no endereço https://www.revistapixe.com.br/. Traz verso e prosa de 13 autores que têm alguma relação com este pedaço do centro oeste brasileiro, também conhecido como Estado das Águas e Estado que tem três biomas. E, através da Pixé, pretende mostrar-se também como um lugar onde se faz muita literatura, uma literatura que merece e precisa ser vista. Lida. 

santiago

 

A revista registra  e vai se expandir no sentido de que muita gente por aqui anda escrevendo e, com a quantidade, chega junto a qualidade, que ninguém duvide. Uma diversidade de estilos e temas é o que está brotando neste cerrado que há décadas vem recebendo migrantes de várias partes do país, com suas bagagens culturais. 

Essa miscigenação superlativa possibilita formas híbridas de enxergar a realidade e representá-la. A Pixé, nesta edição piloto, também serve-se da criação do artista plástico Silvio Sartori, nascido em Barra do Bugres (MT), que já rodou pelo Brasil e "pelas europas".

E em cada edição vindoura, novos(as) artistas visuais também estarão pontificando. Para a próxima revista já foi escalada Regina Pena, criadora poderosa que domina a verve imagética da terra e sabe como emplacá-la com linguagem universal. 

diva

 

E nem vou falar mais nada, nada direi e nada de citar nomes dos prosadores e poetas da primeira edição, nada disso. Nadica de nada. Com exceção de um deles, já citado, a estratégia é levar o leitor do tyrannus a um passeio pela novidade que chegou. 

E ainda me dou ao luxo de ilustrar este txt com imagens de gente que deu as caras e as letras para esta edição inaugural. Pixé é experimentação e assim sendo, sobre Pixé, neste primeiro número, escreveram:

"E não é assim também com a literatura? Um grude? Um vício? Um prazer inconsútil? O prazer é o consumo, não a revelação da receita. Pouco importa ao leitor de que forma o escritor articula suas letras, se não dorme, se não come, se chora ou se transpira. O que se quer é o resultado. Portanto, entregamos esse 1º número de Pixé esperando que você leia, releia, se lambuze e queira mais."

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