EXPOSIÇÃO

"Man Ray em Paris"



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Man Ray (1890-1976) foi um importante artista do seculo 20. Nasceu nos Estados Unidos e morreu na França. Aberta em São Paulo recentemente, a mostra "Man Ray em Paris", permanece no Centro Cultural Banco do Brasil até 28 de outubro.

A exposição traz a produção do artista entre 1921 e 1940, período em que ele viveu na capital francesa. Essa retrospectiva é apresentada no Brasil pela primeira vez e reúne cerca de 250 obras do pintor, fotógrafo e cineasta norte-americano, que era da turma de Marcel Duchamp. O conjunto exposto "explica" o motivo pelo qual ele se tornou um dos expoentes do Surrealismo.

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Man Ray, entretanto, também se destacou no Dadaísmo. Em 1915 conheceu o pintor francês Marcel Duchamp, com quem fundou o grupo Dadá nova-iorquino. 

Esta exposição joga luz sobre a lenta maturação de Man Ray, bem como apresenta um panorama completo de sua criatividade. Das primeiras obras dadaístas ao retrato e à paisagem, da moda às imagens surrealistas, de seus trabalhos comerciais a uma seleção de seus objetos e filmes, e à sua vontade de revelar outra realidade. Enfim, através de "Man Ray em Paris", o público vai experimentar toda a complexidade e a riqueza do que ele nos legou.

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A imensa e multiforme obra de Man Ray tem parcela significativa nesta mostra do CCBB. Conhecido principalmente por sua fotografia, mas também criador de objetos, realizador de filmes e faz-tudo genial, Man Ray chegou a Paris em 1921, onde permaneceu até a Segunda Guerra Mundial e para onde retornou definitivamente em 1951. Foi nessa cidade que sua arte original se desenvolveu e mais repercutiu.

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Do site Wikipedia o tyrannus reproduz um breve depoimento do artista, onde  ele menciona suas idas e vindas da pintura para a fotografia e vive-versa: "Em lugar de pintar pessoas, comecei a fotografá-las, e desisti de pintar retratos ou melhor, se pintava um retrato, não me interessava em ficar parecido. Finalmente conclui que não havia comparação entre as duas coisas, fotografia e pintura. Pinto o que não pode ser fotografado, algo surgido da imaginação, ou um sonho, ou um impulso do subconsciente. Fotografo as coisas que não quero pintar, coisas que já existem." (*com assessoria e https://pt.wikipedia.org )

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Na Paris de 1924, Marcel Duchamp e Man Ray exercitando a vocação enxadrista

 

 


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