REVISTA PIXÉ

Nesta edição... o amor



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“Alguma coisa acontece no meu coração, começou Caetano Veloso uma das mais conhecidas canções de seu repertório. Cada um se emociona com um elemento diferente e não há receita de bolo para conquistar o coração humano. A Revista Literária Pixé oferece as mais diversas possibilidades de encontrarmos o amor ou, talvez, de exercitarmos o amar."

O parágrafo acima abre a edição número 15 da Pixé (https://www.revistapixe.com.br/ ), no editorial, escrito por Eduardo Mahon, advogado e escritor, o cara que criou a publicação virtual e vem tocando-a, sempre com a colaboração de algumas dezenas de autores. 

Mahon convocou os colaboradores à expandir suas palavras em torno do tema amor, nesta edição. E assim foi feito. Alguns mais diretamente, outros com maneiras diversas. 

Poesia

Aclyse Mattos inventou a palavra 'Incertidumbre' para desenvolver o amor e verseja: "Guardo-a num vaso entre a varanda /  e a Biblioteca. / E a contemplo sempre que sonho /     os caminhos do amor."

"O amor é finito, mas a sucessão / de amores não acaba / assim como as estrelas / Enquanto uma estrela morre / outras milhares explodem / alegres para o amor à vida". Assim se expressa João Bosquo Cartola. 

Henrique de Medeiros manda ver... "não tenha que reclamar carinho / o meu amor / é um amor suburbano / proletário / um amor dos necessitados". 

Para Lucas Lemos "antes mesmo de nascer / até parece / que a gente / se amou".

"Eu, que sempre me mantenho no meio / pensando que vive mais quem duvida, / sem crer no amor, para não crer na ferida, / quando te vejo despida, eu creio", é o que consta no soneto de Santiago Villela.

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Prosa

"Já era homem feito quando decidiu conhecer todas as putas do mundo. Faria amor com cada uma delas com igual dedicação e zelo, dispondo do carinho e respeito que lhes era de direito. Diria verdades, segredaria mentiras, riria com elas e dedicaria uma atenção terna de amigo e amante". (Thiago Costa)

"Subitamente ela se vira para ele e começa, numa desenvoltura desconcertante, a contar-lhe as desventuras amorosas que vivera até ali. Que chegara aos sessenta naquele dia e se conservara com dietas, ginástica, meditação, musculação, terapias, yoga pra nada. Falava também dos desprazeres que tivera com os homens". (Caio B)

"Amou-a instantaneamente. Amor à primeira vista mesmo, daqueles de novelão das nove, mocinha e galã. Amor sem ressalvas, miúdo e gigante, ela brilhando, resplandecendo sede por nova saliva, preferencialmente a dele. Amor de Carnaval, Páscoa, Festa Junina e Natal. Duraria até depois do Ano Novo. Ela gostaria de Nescau, ele, de Toddy". (Clark Mangabeira)

Artes plásticas

A cada nova edição Pixé traz a valorosa contribuição de um artista plástico. Para esta 15ª marca presença. Nesta, o artista convidado é Charles Carvalho, que assina OAK, nascido no Rio de Janeiro, mas radicado em São Paulo.

OAK iniciou sua trajetória aos 16 anos no mercado de comics (HQ para o mercado Americano) e nunca mais deixou de fazer arte. "Hoje com mais de 18 anos de experiência, sou apaixonado por pintura e mais: se todos temos um propósito na vida, o meu é pintar", explicou-se.

São dele os recortes plásticos que ilustram esta matéria. 

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