LANÇAMENTO

"Recuerdos de mi abuela & outros estilhaços em charla"



mario livro

 

Mário Cezar Silva Leite lança na quinta-feira (29), virtualmente, o livro "Recuerdos de mi abuela & outros estilhaços em charla", editado em conjunto pela Carline & Caniato e Cathedral Punlicações.

O lançamento acontece a partir das 19h (MT). Terá transmissão ao vivo pelos canais do youtube da Carlini & Caniato Editorial, Canal PPGEL/Unemat e Canal Literário evista Pixé.

Na obra, o autor apresenta-nos um caleidoscópio com estilhaços de vidro colorido que multiplicam ritmos, corpos, registros linguísticos, temporalidades e gêneros literários os mais variados. Constrói, dessa forma, um pequeno e vibrante mundo no qual memória, ficção e realidade são (ainda que por alguns instantes) uma coisa só.

Ler os cinco estilhaços que compõem este livro significa integrá-los aos mornos afetos de nossos corpos, tendo a Abuela, Paulo e Tadeu no mesmo campo fresco da memória onde estão, meio apagados pelo tempo, nossos amigos de infância, nossos primos nunca mais visitados e nossos brinquedos descamados. Tê-los, enfim, entre nossos próprios recuerdos.

O autor

Mário Cezar Silva Leite é crítico literário e escritor; e também professor titular do departamento de letras/IL da UFMT. Possui graduação em letras por essa universidade (1987), mestrado em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (1995), doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000) e estágio de Pós doutoramento em Estudos de Literaturas Comparadas no DLCV, FFLCH, da Universidade de São Paulo (2005-2006).

Mário Cezar foi um dos criadores do Programa em Estudos de Linguagem/IL/UFMT (2003); um dos criadores do Programa em Estudos de Cultura Contemporânea-ECCO/UFMT (2007), onde atua como professor-orientador nas Linhas de Pesquisa Poéticas Contemporâneas e Epistemes Contemporâneas. 

Possui 07 livros publicados, sendo os mais recentes: "Memorial [IN?]Descritivo: auto-ópera-biográfica-burlesca para-professores titulares de Literatura" (Carlin&Caniato Editorial / Cathedral Publicações, 2017); "Literatura, Vanguardas e Identidades: nas brenhas do regionalismo" (Carlin&Caniato Editorial / Cathedral Publicações, 2015); e "Águas encantadas de Chacororé: natureza, cultura, paisagens do Pantanal" (Unicen & Cathedral Publicações, 2003).

mario

Mário Leite é escritor e tem um extenso currículo acadêmico, constituindo-se num dos principais estudiosos da literatura brasileira produzida em MT

Também atuou como organizador nas seguintes obras: "Culturas e identidades: entre o regional e o nacional, com Cristina Campos" (Cathedral Publicações, Carlini & Caniato Editorial; "Cânone e anticânone: a hegemonia da diferença", com Betina Ribeiro Rodrigues da Cunha e Paulo Sérgio Nolasco (EDUFU, 2012); e "Mapas da mina: estudos de literatura em Mato Grosso" (Cathedral Publicações, 2005).

Sobre a obra

"O leitor de 'Recuerdos de mi abuela & outros estilhaços em charla', de Mário Cezar Silva Leite, notará que, ao colher tais estilhaços multicoloridos, colherá também fragmentos de certos lugares, de certos tempos. Algumas rodoviárias em cidades de interior, de madrugada; Cuiabá nos anos 80, com seus pátios mornos contra o sol inclemente, cidade arriscada para um homossexual; uma densa floresta mato-grossense, com seus garimpeiros e prostitutas; uma boate no Rio de Janeiro. No tanto, já nada ou pouco importará aqui a desgastada e inconstante palavra ‘verdade’: cada texto do livro ergue sua própria e modesta verdade." É o que escreveu na contracapa do livro que chega, Matheus Guménin Barreto, poeta, tradutor e doutorando na USP e na Universidade de Leipzig.

Para Matheus é difícil não pensar no projeto criativo da grande Lygia Fagundes Telles, que em obras como "A Disciplina do Amor" (1980) ou "Invenção e Memória" (2000) apresenta, em um único livro, contos, crônicas, relatos de viagem e páginas de diário de modo tão unívoco que, ao final da leitura, já não se sabe mais o que é o quê. Já não se sabe e já não importa saber .

E Matheus prossegue: "Importa notar que nesta obra (e fora dela) o Eu é sempre Nós – nós que, mal terminada a leitura, sentimos já saudade do alheionosso amigo Paulo, da alheia-nossa Abuela querida; medo do alheio-nosso período no garimpo ou da alheia-nossa solidão nas rodoviárias. Mário Cezar Silva Leite nos devolve, através de seus estilhaços afetivos, o passado que sem saber precisávamos há muito inventar." (*com assessoria)

 


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