EXPOSIÇÃO

Miguel retrata o Cerrado e a Amazônia



O artista cuiabano Miguel Penha goza de reconhecimento nacional e reproduz a natureza com perfeição

Miguel Osvaldo Penha é um artista plástico de traços precisos. As imagens que cria aparentam a mais pura realidade, com riqueza de detalhes e muito capricho nas cores. Sua exposição

Um pé de jatobá retratado por Miguel Penha

"Dentro da Mata", que será aberta nesta terça-feira (30/10), na Casa do Parque, às 19h, é parada obrigatória aos interessados pelas artes que residem em Cuiabá.

"Dentro da Mata", contemplada pelo projeto Sesc Amazônia das Artes, foi idealizada e estreou em 2009, percorrendo em 2011 as capitais Teresina (PI), Macapá (AP), São Luiz (MA), Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Belém (PA) em 2011. Esta nova versão a ser aberta traz 13 telas, sendo algumas novas. Todas retratam os biomas Amazônia e/ou Cerrado.

As imagens são enriquecidas com uma ambiência que conta com sons de pássaros e animais dessa região, e o murmúrio das águas, seja em riachos ou cachoeiras. O ingresso à exposição é gratuito e a Casa do Parque fica na rua Marechal Severiano de Queiroz, 455, no bairro Duque de Caxias, na entrada dos fundos do Parque Mãe Bonifácia.

Miguel é natural de Cuiabá e tem descendência indígena. Quando se iniciou nas artes, há mais de trinta anos, seu trabalho, já perfeccionista, tinha influências do surrealismo, especificamente, de Salvador Dalí. Amadureceu, encontrou seu caminho e criou estilo próprio, embora sua arte, desde quando começou a pintar, sempre produziu encantamento.

O interesse do artista pela arte começou quando ele tinha dez anos. Começou desenhando com grafite e, aos 18 anos, fez um curso de História da Arte em Brasília, na Funarte, com o professor e crítico de arte João Evangelista. Em 2009 conquistou o importante prêmio de artes plásticas Marcantônio Villaça e viu-se projetado nacionalmente.

“Quem for à exposição terá a nítida sensação de estar fazendo um passeio sobrenatural por paisagens ainda inexploradas, ao som do cântico de pássaros e cheiros da natureza”, conclui Flavia Salem, a idealizadora da Casa do Parque.





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