CINEMA/ESTREIAS

Animação americana e comédia brasileira



O brutamontes de um jogo eletrônico quer passar de bandido a mocinho

Com um orçamento de 165 milhões de dólares e 1h41 minutos, "Detona Ralph", em 3D, surge de projeto antigo da Disney e confirma o interesse dos estúdios nos pelo universo dos jogos eletrônicos. A produção é assinada pelo veterano da animação, Rich Moore, que já esteve à frente de vários episódios das séries "Os Simpsons" e "Futurama".
Na trama, cansado de ser o vilão da história, condenado dia após dia a destruir um edifício que o "bom caráter" Felix reconstroi imediatamente com o seu martelo mágico, Ralph que mudar seu perfil, passando de bandido a mocinho e dar um trato em sua autoestima. Então, foge para outros videogames para empreender seus planos.

Os amantes dos jogos eletrônicos terão a chance de rever muitos personagens dos videogames, que têm rápidas aparições ao longo da trama. Entre eles, M. Bison, Zangief, Ken, Ryu, Chun Li e Cammy, todos da série Street Fighter; Q-Bert e seus inimigos; Pac-Man e o fantasma laranja; Bowser, o vilão dos jogos Super Mario Bros; e Sonic e Dr. Eggman, seu arquinimigo.

Nas vozes dosprincipais personagens Jack McBrayer, Jane Lynch e Sarah Silverman, além do ótimo ator John C. Reilly. "Eu sou da primeira geração de jogos. Passar do pinball ao 'Space invaders' foi um salto enorme. Eu era viciado. Mas hoje, não jogo mais. O mundo tornou-se um videogame", disse Reilly em entrevista a France Fress.

De pernas pro ar 2

divulgação

Ingrid Guimarães durante gravação em Nova York

Seis milhões de reais foi o orçamento de "De pernas pro ar 2", mais uma comédia brasileira, o gênero made in Brasil que mais tem faturado nas bilheterias. A direção é novamente de Roberto Santucci, o mesmo do filme anterior que, entre os dois, dirigiu outro sucesso de bilheteria, "Até que a Sorte nos Separe".

O primeiro filme, lançado em 2011, acabou sendo o campeão da bilheteria entre títulos nacionais, faturando 3,5 milhões. Este segundo tem que fazer um sucesso bem superior, se quiser superar os investimentos na sua produção.

Para obter uma classificação etária mais baixa, ampliando seu público, a produção foi menos despudorada, buscando a linha 'filme família'. O roteiro traz a mesma dupla do primeiro filme, Marcelo Saback e Paulo Cursino, e a trama não difere muito: Alice, a personagem de Ingrid Guimarães, com mais ânimo de viver e se dando bem na carreira das sex shops.

A história se passa em Nova York, o que confere a esta sequência um ar assim meio "Sex and the City", graças ao visual da Big Apple. Em uma crítica pescada na internet, a melhor parte do filme se resume na atuação da experiente atriz Denise Weinberg, que interpreta a mãe de Alice. Ainda no elenco, Eriberto Leão, Maria Paula e Bruno Garcia, entre outros.

'Eu vou não ir' pois, de comédias românticas, já me bastam as baboseiras americanas que despencam aos quilos a cada semana nas salas brasileiras. Mas, isto é só um comentário, embutido numa opinião pessoal. Tenho mais de trinta anos. Não confie em mim... cegamente.




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