COMEMORAÇÃO

O bi-centenário de um clássico



“Sir” Laurence Olivier e Greer Garson (1940)

Em 28 de janeiro de 1813 saia do prelo, em três volumes, o romance “Orgulho e Preconceito”, porém a obra não trazia o nome de sua autora, a escritora Jane Austen. A autoria era atribuída “A Lady”, pseudônimo que a escritora utilizou quando publicou seu primeiro romance, “Razão e Sensibilidade”, em 1811.

A primeira edição de orgulho e Preconceito esgotou em um ano e nos últimos dois séculos a história continua a ser reeditada insistentemente. Só no Reino Unido cerca de 50 mil exemplares são vendidos anualmente.

Mas o que tem de tão especial a história de Orgulho e Preconceito? O nó da trama desta comédia de costumes é que Elizabeth e Darcy, os protagonistas, deixam-se enganar pelas “primeiras impressões” e assim vão protelando o gran finale pelo orgulho e pelos preconceitos de ambos.

Colin Firth e Jennifer Ehle (1995)

Ontem (28) em Bath, a cidade inglesa onde a escritora viveu de 1801 a 1806, comemorou-se o segundo centenário de Orgulho e Preconceito, com uma maratona de leitura de 12 horas, no Centro Jane Austen, com a participação de especialistas da obra, escritores e fãs.

Jane Austen é considerada ao lado de William Shakeaspeare e Oscar Wilde, como as maiores figuras da literatura inglesa. A sua pequena produção literária, seis romances completos, influenciaram e continuam a influenciar as atuais histórias de amor, pois possuem a receita, a fórmula certa. Sua obra permanece atual por tratar de temas do cotidiano e de relações interpessoais. “De todos os grandes escritores, Austen era a mais difícil de apanhar em pleno ato de grandeza”, assim disse Virginia Woolf.

Matthew Macfayden e Keira Knightley (2005)





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