CINEMA INDEPENDENTE

Festival valorizou temas sociais e políticos



O filme sul-coreano "Jisuel", de Muel O, foi um dos premiados

“Com os negócios mudando tão radicalmente e com o colapso do esquema dos grandes estúdios, o que vejo é que a comunidade independente está crescendo e, cada vez mais saudável”. A declaração é de Robert Redford, o criador do Sundance Festival, evento americano que privilegia as produções chamadas independentes e teve sua 29ª edição encerrada no último sábado (26). Ele também condenou o excesso de armas nas telas.

O Sundance premiou produções que exploram temas sociais e políticos e a maior parte dos títulos exibidos foram coproduções. É uma leva de filmes que está muito distante do que vai chegar ao circuito comercial brasileiro. Reproduzir aqui a relação de vencedores não vai refrescar muito, porque são filmes e realizadores, em sua maior parte, inacessíveis ao público brasileiro.

Os documentários continuam com a corda toda no Sundance. Temas como o tráfico de drogas, o wikileaks, o google e Steve Jobs estavam entre os documentários exibidos.

Entre as premiações para diretores e projetos do Instituto Sundance – em cerimônia separada realizada na semana passada, o brasileiro Aly Muritiba foi um dos contemplados. O prêmio lhe renderá US$ 10 mil, além de um ano de cursos e assistência para completar o roteiro do seu primeiro longa-metragem, "O homem que matou a minha amada morta", um drama de vingança.

Confira a reportagem completa do JB Online sobre o Sundance no link

http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2013/01/27/sundance-premia-os-temas-sociais-e-politicos/

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