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Governo Taques quer obra pronta em maio



Em julho do ano passado a gente foi lá... nossa expedição registrou essa imagem com elementos bovinos

Se depender do que a mídia oficial de MT propalou nesta sexta (30/01), agora vai. E vai antes que se comemorem 16 anos de abandono. E vai justamente neste ano de 2015, quando vamos comemorar os 150 anos de nascimento de Cândido Rondon, figura importante da história brasileira, com projeção internacional. E, certamente, o mais ilustre mato-grossense do qual se tem notícia.

Pedimos desculpas aos mais antenados, porém, é preciso dizer que estamos falando do Memorial Rondon, que já “nhapou” dos cofres públicos R$ 780 mil, até o começo do ano passado. Pausa de mais de dez meses. Em novembro de 2014, o governo/MT (o anterior), anunciou que mais três milhões de reais, via BNDES, seriam destinados ao Memorial, para que ele fosse concluído até maio deste

Agora o que que é esse...

ano (dia 5), data em que Rondon nasceu e em que se comemora o Dia Nacional das Comunicações.

Há quem acredite que Rondon, nascido na comunidade pantaneira de Mimoso, belíssima região com incontestável potencial turístico, esteja revirando no túmulo, tamanho o incomodo que as sucessivas barrigadas foram aplicadas na obra que leva seu nome, e que tem seu marco inicial no governo Dante de Oliveira, que nem mais está entre nós.

A assessoria do governo Pedro Taques informou que uma série de medidas deve ocorrer ao longo do ano para comemorar os 150 anos de Rondon, entre elas, a retomada das obras do Memorial. Obra que, caso não venha a ser concretizada neste ano, sugerimos que troque de nome, passando a se chamar Memorial do Esquecimento, e livrando o nobre Marechal Rondon – onde quer que ele esteja - desse terrível mico que envolve o seu nome.

As outras medidas anunciadas pelo governo atual de MT, até que não são difíceis de serem executadas. A criação de um selo comemorativo alusivo à data, e a publicação de um decreto tornando 2015 como o ano de Rondon em Mato Grosso.

Em relação a continuidade da obra do memorial, o atual secretário de Cidades de MT, Eduardo Chilleto, declarou, repercutindo o pedido de Taques: “Ainda hoje (30/01) nós vamos sentar com o empreiteiro porque o recurso existe para a retomada dessa obra. Nós vamos colocar uma equipe da secretaria de Cidades à disposição para apoiar no que for necessário para em maio a gente conseguir estar com a obra pronta”.

Mais do que acreditar, torcer para que a obra se concretize, é coisa que confisca nossas cabeças e comportamentos. E que o governo que assumiu recentemente canalize sua atenção e esforços para que a atividade turística em Mato Grosso avance para além dessa expressão “potencial”, configurando-se como um setor gerador de rendas e limpo, em relação ao impacto ambiental. Assim meio bastante diferente do agronegócio.

E, pra finalizar, vale o registro de que concluir uma obra é uma história, enquanto outra, é assegurar que esse empreendimento tenha condições de se sustentar economicamente. Turismo planejado e bem executado não tem porque dar errado. Será?

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