POESIA

Lu Menezes

Fellini e a aura ruante

 

O pavão abrindo o leque
se chama “ruante”

 

É como toma
a tela inteira de Amarcord
transbordando
em lento-imenso instante

 

Eu queria agora
um poema assim

 

Semelhante 
àquele navio esplendoroso 
irrompendo 
como um sonho inebriante   

  

 ― um navio ruante ―

                                                                       

Um poema assim
eu queria agora 

 

(só com meia mea culpa se meio ruim) 

 

*Reproduzido de http://revistamododeusar.blogspot.com.br

 

Lu Menezes, poeta brasileira


Voltar  

Confira também nesta seção:
24.09.18 16h00 » Benjamin Sanches
21.09.18 18h00 » Bruna Mitrano
19.09.18 18h00 » John Ashbery
17.09.18 17h00 » Marcos Quinan
14.09.18 18h00 » Marcelo Sandmann
12.09.18 17h00 » Natalia Barros
10.09.18 17h00 » Mauro Salles
07.09.18 18h00 » Max Jacob
05.09.18 18h00 » Eduardo Lacerda
03.09.18 17h23 » Lívia Bertges
31.08.18 17h00 » Jennifer Franklin
29.08.18 17h27 » Sergio Cohn
27.08.18 17h00 » Jorge Medauar
24.08.18 17h48 » Edimilson Almeida
22.08.18 18h00 » Maria Lúcia Dal Farra
20.08.18 18h00 » Tiago Malta
17.08.18 18h00 » Juliana Bernardo
15.08.18 18h00 » Andrei Dosa
13.08.18 18h00 » António Osório
10.08.18 18h00 » Alécio Cunha

Agenda Cultural

Veja Mais

Newsletter

Preencha o formulário abaixo para receber nossa newsletter:

  • Nome:

  • Email:

  • assinar

  • cancelar


Copyright © 2012 Tyrannus Melancholicus - Todos os direitos reservadosTrinix Internet