POESIA

Maurício Arruda Mendonça

As Harpas do Vento*

 

Não foram as harpas do vento
a serenizar a noite inquieta
em que te encontras suspenso
no pêndulo de uma solução.
Como é miserável a conclusão
tardia a resposta
que a bem da verdade você
até já conhecia & se enchia
até não poder mais de tanto eu.
Não foram as harpas do vento
foram asas de anjos chapantes
descaindo, deslizantes
em pleno quintal
ao eterno entardecer de agosto
e do resto
dos loucos varridos
pelo vendaval.

 

*Reproduzido de http://www.candido.bpp.pr.gov.br

 

Mauricio Arruda Mendonça, poeta brasileiro


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