POESIA

Rolando Toro

Quinta Dimensão

 

Estranho o pântano que nos engendra.
Para podermos ser nós mesmos
devemos deixar de ser.

Estranho, barco sem rumo,
para permanecer devemos abandonar o porto.

Estranho meu rosto
que para ser sincero torna-se uma máscara.

Estranho o amor, nunca tão intenso
como quando se perde.

Estranho o homem que navega
entre duas tempestades.

 

*Reproduzido do livro "Escritura Conquistada", de Floriano Martins, tradução do mesmo

 

Rolando Toro (1924-2010), poeta do Chile


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