POESIA

Juliana Bernardo

 

Por mares nunca dantes navegados*
(invocação)


Camões,
a poesia é uma quitinete
sem porta sem janela
me ensina, meu velho
com teu olho cego a olhar
através dela

 

*Reproduzido do livro Vitamina (Editora Patuá)

Juliana Bernardo, poeta brasileira

 


Voltar  

Confira também nesta seção:
12.11.18 16h00 » Karin Boye
09.11.18 19h00 » Marcelino dos Santos
07.11.18 18h00 » Albert Ehrenstein
05.11.18 16h00 » Halina Poswiatowska
02.11.18 18h00 » Cintio Vitier
31.10.18 17h44 » Adri Aleixo
29.10.18 17h00 » Francis Ponge
26.10.18 19h00 » Fernando José Karl
24.10.18 18h00 » Nicodemos Sena
22.10.18 17h00 » Charles Simic
19.10.18 18h46 » Mario Angel Quintero
17.10.18 18h00 » Geruza Zelnys
15.10.18 17h00 » Filipa Leal
12.10.18 18h39 » Javier Ávila
10.10.18 17h00 » Nelly Sachs
08.10.18 17h00 » Rosana Chrispim
05.10.18 17h00 » António Ramos Rosa
03.10.18 17h00 » Eileen Myles
01.10.18 17h30 » Adelaide Ivánova
28.09.18 17h00 » Cristina Campo

Agenda Cultural

Veja Mais

Últimas Notícias

Mais Notícias

Newsletter

Preencha o formulário abaixo para receber nossa newsletter:

  • Nome:

  • Email:

  • assinar

  • cancelar


Copyright © 2012 Tyrannus Melancholicus - Todos os direitos reservadosTrinix Internet