POESIA

Juliana Bernardo

 

Por mares nunca dantes navegados*
(invocação)


Camões,
a poesia é uma quitinete
sem porta sem janela
me ensina, meu velho
com teu olho cego a olhar
através dela

 

*Reproduzido do livro Vitamina (Editora Patuá)

Juliana Bernardo, poeta brasileira

 


Voltar  

Confira também nesta seção:
21.09.18 18h00 » Bruna Mitrano
19.09.18 18h00 » John Ashbery
17.09.18 17h00 » Marcos Quinan
14.09.18 18h00 » Marcelo Sandmann
12.09.18 17h00 » Natalia Barros
10.09.18 17h00 » Mauro Salles
07.09.18 18h00 » Max Jacob
05.09.18 18h00 » Eduardo Lacerda
03.09.18 17h23 » Lívia Bertges
31.08.18 17h00 » Jennifer Franklin
29.08.18 17h27 » Sergio Cohn
27.08.18 17h00 » Jorge Medauar
24.08.18 17h48 » Edimilson Almeida
22.08.18 18h00 » Maria Lúcia Dal Farra
20.08.18 18h00 » Tiago Malta
17.08.18 18h00 » Juliana Bernardo
15.08.18 18h00 » Andrei Dosa
13.08.18 18h00 » António Osório
10.08.18 18h00 » Alécio Cunha
08.08.18 18h00 » Alberto da Cunha Melo

Agenda Cultural

Veja Mais

Newsletter

Preencha o formulário abaixo para receber nossa newsletter:

  • Nome:

  • Email:

  • assinar

  • cancelar


Copyright © 2012 Tyrannus Melancholicus - Todos os direitos reservadosTrinix Internet