POESIA

Maria Lúcia Dal Farra

Fruto proibido

 

Com suas nádegas lascivas de mulher
a maçã deita de costas
na cesta sobre a mesa.
Já de batom está pintada,
armadilha edênica no seu poço
– no ponto da voragem,
caverna de pevides.

 

Drácula, penetro
no seu espírito interdito,
no jardim das delícias.
Cometo (insensato)
a grande virtude capital.

 

*Poema reproduzido de http://www.proparnaiba.com

 

Maria Lúcia Dal Farra, poeta brasileira


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