POESIA

Thomas Moore

Aqueles noturnos sinos*

 

Ah, noturnos sinos! Noturnos sinos!
Quantas histórias suas músicas narram,
Da juventude, do lar, daquele doce tempo,
Quando, pela última vez, suas ternas melodias ouvi .

 

Já se foram aquelas horas jubilosas,
E muitos corações que, então, alegres eram,
Agora profundamente dormem dentro do tumulo.

 

E, assim, há de ser quando me for.
Harmoniosos, continuarão ainda repicando aqueles sinos 
Enquanto outros bardos pelas ravinas hão de andar
Vosso louvores entoando, vossos doces noturnos sinos.

 

*Reproduzido de http://portalentretextos.com.br, tradução de Cunha e Silva Filho

Thomas Moore (1779 - 1852), poeta da Irlanda


Voltar  

Confira também nesta seção:
22.03.19 20h00 » Leo Barth
20.03.19 18h00 » Altair Leal
18.03.19 14h00 » Quinita Ribeiro Sampaio
15.03.19 21h00 » Ramon Carlos
13.03.19 18h00 » Cássia Janeiro
11.03.19 12h00 » Edson Flávio Santos
08.03.19 20h00 » Andri Carvão
06.03.19 18h00 » Ivo Andric
04.03.19 09h00 » Líria Porto
01.03.19 20h00 » Ricardo Escudeiro
27.02.19 18h00 » Lars Gustafsson
25.02.19 13h00 » Luís Quintais
22.02.19 20h00 » John Clare
20.02.19 17h30 » Laís Corrêa de Araújo
18.02.19 14h30 » Luís Pimentel
15.02.19 19h00 » Thomas Moore
13.02.19 16h40 » Esteban Moore
11.02.19 13h00 » Andreas Embirikos
08.02.19 20h00 » Timur Bék
06.02.19 18h00 » Reinaldo Ferreira

Agenda Cultural

  • Em Cartaz:
  • Feira do Vinil
  • Dia: 23 de março
  • Local: Casa Cuiabana
  • Informações: 99225-6204
Veja Mais

Newsletter

Preencha o formulário abaixo para receber nossa newsletter:

  • Nome:

  • Email:

  • assinar

  • cancelar


Copyright © 2012 Tyrannus Melancholicus - Todos os direitos reservadosTrinix Internet