POESIA

Thomas Moore

Aqueles noturnos sinos*

 

Ah, noturnos sinos! Noturnos sinos!
Quantas histórias suas músicas narram,
Da juventude, do lar, daquele doce tempo,
Quando, pela última vez, suas ternas melodias ouvi .

 

Já se foram aquelas horas jubilosas,
E muitos corações que, então, alegres eram,
Agora profundamente dormem dentro do tumulo.

 

E, assim, há de ser quando me for.
Harmoniosos, continuarão ainda repicando aqueles sinos 
Enquanto outros bardos pelas ravinas hão de andar
Vosso louvores entoando, vossos doces noturnos sinos.

 

*Reproduzido de http://portalentretextos.com.br, tradução de Cunha e Silva Filho

Thomas Moore (1779 - 1852), poeta da Irlanda


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