POESIA

Dániel Levente Pál

Tiro/arranco este poema para seu colo*

 

Tiro este poema para seu colo,
brinquemos que me ama ou não me ama,
de tal maneira, que nenhuma planta o entenda.

 

O telefone não tocava, nem a consciência,
o rio gemia,
caso desse à luz uma nova gaivota.

 

Me ama, não me ama, me ama,
você deixa sair os papéis no vento,
que eu não arranque mais este meu poema.

 

*Reproduzido de http://www.candido.bpp.pr.gov.br, com tradução do próprio poeta

 

Dániel Levente Pál, poeta da Hungria


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