Afonso Alves



Ágora... Há um momento em que perpasso
As sombras, os sonhos e as formas do indefinido
O vulgo de um olhar, étimo
Teus cabelos num instante desnudam-se
O que seria?
O que seria dito pelo vento dos meus sopros?
O que dos zéfiros das previsões?
Apenas o tempo poderá responder
o que o riacho-oráculo previu pelo átimo
Despedimo-nos desapercebidos,
consolados por toques de tons
que acalmam a ponte.



Afonso Alves, poeta de Mato Grosso

Voltar  

Confira também nesta seção:
05.08.20 00h10 » Emílio Moura
29.07.20 00h01 » Josefina Pla
22.07.20 00h06 » Andréa Catrópa
15.07.20 00h10 » Niels Hav
08.07.20 00h10 » Ian Curtis
01.07.20 00h01 » Max Martins
24.06.20 00h10 » Rachel Ventura Rabello
17.06.20 00h10 » Ruth Maier
10.06.20 00h10 » Amparo Osório
03.06.20 00h10 » Hector de Saint-Denys Garneau
27.05.20 00h10 » Henry David Thoreau
20.05.20 00h01 » Ana Cláudia Romano Ribeiro
13.05.20 10h00 » Ana Guadalupe
06.05.20 10h00 » Gustavo Jugend
29.04.20 10h00 » Diego Wayne
22.04.20 00h01 » Alda Lara
15.04.20 16h00 » Eliane Potiguara
08.04.20 18h05 » Zé Bolo Flô
01.04.20 19h00 » Alexandra Vieira de Almeida
25.03.20 19h00 » Gilberto Nable

Agenda Cultural

Veja Mais

Últimas Notícias

Mais Notícias

Newsletter

Preencha o formulário abaixo para receber nossa newsletter:

  • Nome:

  • Email:

  • assinar

  • cancelar


Copyright © 2012 Tyrannus Melancholicus - Todos os direitos reservadosTrinix Internet