POESIA

Dennis Radunz

O refugiado

minhas nervuras assinadas
              por uma voz perdida viva
não são destinos no relento
               de uma saída à vida ilesa:

esses sinais (esses acenos)
                não oásis de nascença
nem as certezas nas narinas
                 a norte a sul a leste a oeste-

andei a sós (urgentemente)
                  como se, lá, me socorressem
esse fanal de cruz vermelha
                   essa saúde de água insípida


*Repdoruzido de http://www.candido.bpp.pr.gov.br/

Dennis Radunz, poeta brasileiro


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