POESIA

Augusta Faro

Moira
 
Nasci do ombro esquerdo de minha avó,
por isso tenho um olho no meio da testa,
que vê o fundo dos rios
e o contorno mais longe das montanhas.
 
Nasci em noite de tempestade
quando um raio abriu a concha
da escuridão mais escura.
 
Nasci olhando de lado,
como quem vê a poesia
brotando do chão
e me encharcando os sapatos.


*Reproduzido de http://www.antoniomiranda.com.br

Augusta Faro, poeta brasileira


Voltar  

Confira também nesta seção:
19.02.18 17h11 » Geraldo Carneiro
17.02.18 17h30 » Ruy Belo
15.02.18 17h30 » Homero
13.02.18 17h30 » Corsíndio Monteiro da Silva
11.02.18 17h30 » Ana Caetano
09.02.18 17h24 » Zito Batista
07.02.18 17h30 » Nichita Stanescu
05.02.18 17h30 » Benedito Pedro Dorileo
03.02.18 17h30 » Paulo Bruscky
01.02.18 17h30 » Alfred Tennyson
30.01.18 17h21 » Lívia Tucci
28.01.18 18h00 » Vassíli Kamiênski
26.01.18 18h00 » Boris Hristov
24.01.18 17h39 » Virna Teixeira
22.01.18 18h00 » Camilo Pessanha
20.01.18 18h00 » Tânia Tomé
18.01.18 18h00 » Antonio Oliveira
16.01.18 17h45 » Dílson Lages Monteiro
14.01.18 17h56 » Cid Corman
12.01.18 17h25 » Leila Míccolis

Agenda Cultural

Veja Mais

Últimas Notícias

Mais Notícias

Newsletter

Preencha o formulário abaixo para receber nossa newsletter:

  • Nome:

  • Email:

  • assinar

  • cancelar


Copyright © 2012 Tyrannus Melancholicus - Todos os direitos reservadosTrinix Internet