POESIA

Augusta Faro

Moira
 
Nasci do ombro esquerdo de minha avó,
por isso tenho um olho no meio da testa,
que vê o fundo dos rios
e o contorno mais longe das montanhas.
 
Nasci em noite de tempestade
quando um raio abriu a concha
da escuridão mais escura.
 
Nasci olhando de lado,
como quem vê a poesia
brotando do chão
e me encharcando os sapatos.


*Reproduzido de http://www.antoniomiranda.com.br

Augusta Faro, poeta brasileira


Voltar  

Confira também nesta seção:
09.12.17 18h00 » Julio Bepré
07.12.17 20h00 » Sandro Penna
05.12.17 19h00 » Paulo Augusto
03.12.17 18h00 » Álvaro Mutis
01.12.17 18h45 » Nikola Vaptsarov
29.11.17 19h00 » Émile Verhaeren
27.11.17 19h00 » Marina Mara
25.11.17 19h00 » Miró da Muribeca
23.11.17 18h27 » Reiner Kunze
21.11.17 18h30 » Maria Tereza Horta
19.11.17 18h00 » José Laurenio de Melo
17.11.17 17h56 » Lu Menezes
15.11.17 18h35 » Ricardo Aleixo
13.11.17 18h30 » Nicolai Zabolótzki
11.11.17 19h00 » Kányádi Sándor
09.11.17 19h30 » Célia Musilli
07.11.17 18h48 » Ana Beise
05.11.17 19h00 » Leo Cunha
03.11.17 19h00 » Roge Weslen
01.11.17 19h00 » Marcelo da Veiga

Agenda Cultural

  • Em Cartaz:
  • 'Natal Iluminado"
  • Dia: 09 de dezembro
  • Local: Praça Alencastro
  • Informações: no link
Veja Mais

Newsletter

Preencha o formulário abaixo para receber nossa newsletter:

  • Nome:

  • Email:

  • assinar

  • cancelar


Copyright © 2012 Tyrannus Melancholicus - Todos os direitos reservadosTrinix Internet