Domingo, 03 de outubro de 2010, 16h47
Do not touch


"Do not touch”, essa expressão me causa calafrios. Quando viajamos é aquela paranóia, milhões de recomendações para não tocar nas pessoas... não tocar  em nada  nas lojas e, museus... é um tal de sorry pra cá, sorry pra lá... Eu particularmente tenho uma vontade louca em tocar, sentir a textura , temperatura,  meu  nome é curiosidade.  Por cumprir a risca com esse regulamento não toquei na estátua na pose para uma foto. Depois da foto, ao sair não é que levei um cascudo de “Zeus”!!!!!!!


"Oh Céus, por Jupter levei um cascudo de Zeus"
Um cartaz me chamou atenção: “Louvre um museu acessível a todos”. “Pensei logo na oferta de um serviço especial para pessoas especiais. Achei bacana a democratização. Andando não, correndo pelas inúmeras salas observei a interatividade entre o visitante  e as obras expostas, claro que com algumas exceções. Além da proximidade não há nenhum problema em fotografar, desde que seja sem flash,  e também não vi nenhuma manifestação  ostensiva dos funcionários do Louvre, quando um  visitante  tocava especialmente as esculturas. Vontade essa impossível de não sentir.  Ostensivo, sim,  o policiamento por conta de uma possível “ameaça de atentado” provocada pelas ultimas ações do Sacorzy, pero no creo.




Modi é coisa pra segurar a cabeça da gente...

Fonte: Tyrannus Melancholicus
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