CINEMA/ESTREIA

"Argo" é filme baseado numa história real



A inteligência americana simula filme no Irã pra resgatar compatriotas

"Argo", dirigido e interpretado por Ben Affleck, é a novidade verdadeira que chega aos cinemas neste final de semana. A outra, 'meia novidade', é "Marcados para Morrer", que esteve em pré-estreia no final de semana passado.

Ben Affleck, além de dirigir e atuar, também escreve roteiros. E foi como roteirista o seu maior prêmio, aliás, com "Gênio Indomável" (1997), escrito em parceria com Matt Damon. Leia abaixo mais informações sobre a trajetória de Affleck.

O Irã está em ebulição, com a chegada ao poder do aiatolá Khomeini. Como o antigo xá ganhou asilo político nos Estados Unidos, país que havia apoiado seu governo de opressão ao povo iraniano, há nas ruas de Teerã diversos protestos contra os americanos. Um deles acontece em frente à embaixada do país, que acaba invadida. Seis diplomatas americanos conseguem escapar do local pouco antes da invasão, indo se refugiar na casa do embaixador canadense. Lá eles vivem durante meses, sob sigilo absoluto, enquanto a CIA busca um meio de retirá-los do país em segurança. É assim a história de "Argo", baseada em fatos reais.

Para 'desencrencar' a situação, uma proposta americana. A opção é apresentada por Tony Mendez (Ben Affleck), um especialista em exfiltrações, que sugere que uma produção de Hollywood seja utilizada como fachada para a operação. O suposto filme usaria as paisagens desérticas do Irã como locação. O projeto segue adiante com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do maquiador John Chambers (John Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood. O filme teve um orçamento de 44,5 milhões.

Ben Affleck

Em sua carreira versátil no cinema, Affleck deve contabilizar uns 50 ou mais filmes. Ele nasceu em 1972. O astro quarentão começou ainda na infância, numa série televisiva, onde conheceu Matt Damon, seu grande amigo. Como diretor este é o seu terceiro filme. Dirigiu anteriormente "Medo da verdade" (2007) e "Atração perigosa" (2010). Em sua atuação como ator, talvez pesem mais os acontecimentos negativos, já que acumula três prêmios Framboesa de Ouro, o lado ruim das premiações americanas. Conquistou-os nos filmes "Contato de risco", "Demolidor - homem sem medo" e "Pagamento", todos, produzidos em 2003.

"Marcados para morrer"

Jake Gyllenhaal protagoniza um dos policiais de "Marcados para morrer"

Depois de ficar em pré-estreia na sexta e no sábado passado, a produção americana "Marcados para Morrer" entra em cartaz definitivamente. O filme já foi noticiado aqui no site.

Na história, Taylor (Jake Gyllenhaal) e Zavala (Michael Peña) são dois jovens policiais de Los Angeles. Eles arriscam suas vidas todos os dias patrulhando a cidade. Após uma operação rotineira, os oficiais confiscam uma pequena quantia em dinheiro que pertencia a um traficante local. A apreensão faz com que os tiras se tornem alvo da máfia.


O filme teve um orçamento de dez milhões de dólares e traz no elenco, além dos já citados no parágrafo acima, Franki Grilo, Anna Kendrick e America Ferrera, entre outros. A direção é de David Ayer, que já esteve à frente de filmes como "Os Reis da Rua" (2008).


"Os atores estão ótimos juntos e a espontaneidade da troca em seus diálogos no carro-patrulha - normalmente falando de sexo e relacionamentos - sugere que há muito material improvisado ali. É nas cenas de ação, com perseguição e tiroteios, porém, que o filme ganha relevância, já que constrói tensão com bastante competência", escreveu sobre "Marcados para Morrer", Érico Borgo, no site Omelete, um ferrenho avaliador de filmes.

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