AU REVOIR

Peças de Rodin deixam museu da Bahia



Muqueca, vatapá, acarajé, Jorge Amado, Caetano, Bethânica... o maior sucesso na Bahia. Mas tem coisa que não cola por lá. Na semana passada pipocou a notícia de que após três anos em Salvador, 62 duas peças de Auguste Rodin, que estavam cedidas em comodato, retornaram para seu local de origem o Museu Rodin de Paris.

As peças vieram em 2009 e ficaram no Palacete das Artes Rodin da Bahia, cujo nome será alterado. Sem as peças de Rodin, sem Rodin no nome. As esculturas, ao longo desses quase três anos foram visitadas por cerca de 500 mil pessoas, mas, mesmo assim, o comodato não foi prorrogado. Para que as peças viessem, o investimento foi de 1,5 milhão de reais, sendo que metade do valor foi para o transporte e o seguro.

A vinda de Rodin começou a ser articulada em 2002 e abriria as portas para um processo de internacionalização cultural. Não foi pra frente o tal projeto, e agora sobram críticas para o quee stá sendo chamado de "provincialização". O que entupiu a fogueira de lenha, segundo consta, foi a declaração do diretor do Palacete das Artes, Murilo Ribeiro, ao jornal A Tarde: "Ninguém vem à Bahia para ver Rodin. Quem vem para a Bahia quer ver a cultura da Bahia".


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